Deixe elas. Elas sabem o que querem…

São mães, filhas, primas, amigas, esposas, namoradas, profissionais, do lar ou do bar. São de onde e de quem quiserem ser, mas, primeiramente, são delas mesmas. Mulher, uma única palavra que carrega consigo inúmeros significados. Como explicar como uma pode ser tantas e como tantas são uma só?! Unidas pela anseio de liberdade e igualdade, toda mulher sabe a dor e o gostinho de serem o que são.

Embora muitas coisas tenham evoluído, o retrocesso ainda impera na mente de quem não entendi que somos livres, em todos os sentidos. Quando se nasce mulher, já existe uma cartilha pronta do que se deve fazer para se “tornar” uma. Antigamente, as cobranças eram para sermos boas donas de casa, prendadas, cheia s de habilidades domésticas e dedicadas exclusivamente ao lar. E, não há nada de errado nisso, desde que seja a escolha de vida feita pela pessoa. Atualmente, além de ainda imperar esse tipo de cobranças, ainda há aqueles que criticam as mulheres que optaram por assim viver. Críticas e mais críticas denegrindo a imagem de quem gosta de um estilo de vida mais conservador.

Sério mesmo, isso é muito chato. Cada um tem autonomia para viver da maneira que quiser, desde que não interfira no direito do próximo. Deixe quem quiser ser do lar ser do lar e quem quiser ser do bar ser também. A palavra chave em questão é DEIXA. Deixe as mulheres serem o que quiserem, deixe cada uma cuidar da sua vida, deixe elas terem filho quando quiserem ou não ter, se for o caso. Deixe elas casarem, constituírem família ou viver a solteirice delas em paz.

Eu ia dizer que é clichê escrever sobre mulheres no dia delas, mas eu estava errada. Além de não ser clichê, é necessário. Lembrar que para termos essa liberdade que possuímos, ainda que em alguns momentos com ressalvas, muitas lutaram, pagando até com a própria vida. E isso deve ser lembrado e repassado para que saibamos o nosso valor e o nosso lugar, que é onde quisermos…

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Sobre o autor

Rachel Dos Santos

Rachel Dos Santos

Paulistana, porém mineira de coração. Vinte e poucos anos, viciada em música e sorvete, adora filosofar no facebook e compor canções que guarda a sete chaves. Estudante de jornalismo , pretende construir um mundo mais bonito por meio de seus escritos. Acredita que a simplicidade é a chave que abre a porta da felicidade. Sempre usa reticências no final das frases porque sente que sempre há um pouco mais a se dizer...