Somos cegos no nosso próprio jardim

Os nossos olhos, por vezes, encontram-se, momentaneamente, “cegos” quando precisamos enfrentar alguma situação que muito exige de nós mesmos. A questão está em desconstruir a crença de que não somos capazes de mudar. 

É uma tarefa árdua, já que envolve o abandono de pensamentos antigos sobre nós mesmos e que são passados, muitas vezes, pela herança dos nossos pais ou das pessoas que, no decorrer da nossa vida, nos levaram a não acreditar nas nossas capacidades. Nos comportamos como “cegos” porque fomos acostumados a seguir um padrão de ação e reação, de tal modo que o senso de identidade e integridade que temos acerca de nós mesmos são severamente abalados. 

Por este motivo, faz-se necessário nos interrogarmos, constantemente, quem nós somos e se esta pessoa que imaginamos ser corresponde ao nosso verdadeiro “eu” ou se trata de uma crença enganadora.

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Sobre o autor

Saulo Oliva

Saulo Oliva

Saulo O. é psicólogo. Visite a página Leveza da Vida e confira mais textos do autor.